Durante muito tempo, as campanhas de conscientização para o câncer de mama divulgaram a ideia de que o autoexame das mamas, baseado na palpação, era a melhor forma para detectá-lo precocemente. Mas o tempo passou, a medicina evoluiu e as recomendações mudaram.

O autoexame das mamas só permite encontrar nódulos com mais de 1 centímetro de tamanho. Já a mamografia pode detectar lesões tumorais ainda com poucos milímetros. É justamente por isso que o autoexame precisa ser acompanhado obrigatoriamente da mamografia. Nesse estágio, pacientes com tumor maligno têm índice de cura de 95%.

 

Mas qual o objetivo do autoexame?

O objetivo fundamental do autoexame é fazer com que a mulher conheça detalhadamente as suas mamas, o que facilita a percepção de quaisquer alterações, tais como pequenos nódulos nas mamas e axilas, saída de secreções pelos mamilos, mudança de cor da pele, retrações, entre outros.

Deve ser realizado mensalmente por todas as mulheres a partir de 21 anos de idade, sete dias depois do início da menstruação, quando as mamas se apresentam mais flácidas e indolores.

Após a menopausa, deve-se definir um dia do mês e realizar o exame sempre com intervalo de 30 dias.

 

Mamografia

A mamografia é um exame radiológico na qual a mama é comprimida entre duas placas de acrílico para melhor visualização. Em geral são feitas duas "chapas" de cada mama: uma de cima para baixo e a outra de lado. Apesar da compressão da mama ser um pouco desagradável para algumas mulheres, é importante lembrar que ela não é perigosa para a mama. A dose de radiação utilizada nos aparelhos modernos é também muito baixa, e não deve servir de empecilho para a realização do exame.

As mulheres acima de 40 anos devem realizar a mamografia regularmente, em intervalos anuais.  Agora se houve casos de câncer de mama na família, a recomendação é  outra, procurar o  médico e realizar a mamografia a partir dos 35 anos.

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